“Mandei o PDF com a foto estourada. Eles pararam, mostraram a prova, e a gente recortou a manchete. A edição saiu no horário da feira. Sem essa conferência eu teria distribuído vergonha.”
— João Pacheco, Boa Vista
Jornal e impressão de bairro
Mesa de redação na BR 116. A folha só roda depois da prova.
Impressão de jornais · Bacacheri
Quem chega na Gráfica Pirâmide traz texto, anúncio de classificado, foto de evento da igreja ou a mancha da semana do jornal de bairro. A gente não é copiadora de balcão e não é oficina de pote. É gráfica de jornal: prova, margem, gramatura, tiragem. Se a coluna estoura, a máquina não liga. Se falta nome de quem retira, a edição não sai da expedição na BR 116, 3471.
A razão social no rodapé é INDUSTRIA GRAFICA PIRAMIDE LTDA. O nome curto que o freguês usa é Gráfica Pirâmide. Os dois são a mesma casa, o mesmo CNPJ, o mesmo endereço no Bacacheri. Desde dezembro de 1994 a rotativa atende quem ainda acredita que jornal de rua precisa de papel certo, não de PDF jogado no grupo.
Cartas à redação
Antes da tabela de serviço, o recado de quem volta. Jornal de bairro não vive de depoimento inventado. Vive de gente que já buscou pacote na BR 116 numa quinta de chuva.
“Mandei o PDF com a foto estourada. Eles pararam, mostraram a prova, e a gente recortou a manchete. A edição saiu no horário da feira. Sem essa conferência eu teria distribuído vergonha.”
— João Pacheco, Boa Vista
“Classificado da paróquia, 800 folhas, frente e verso. Pedi prazo apertado. A casa falou o dia certo, não o dia que eu queria. Cheguei na retirada e estava grampeado do jeito combinado.”
— Ana Beatriz, Cabral
“Não é aquelas lojas de centro que empurram cartão de visita. É jornal. Eu levo o original, eles marcam margem, eu autorizo. Simples. Funciona.”
— Carlos Mendes, Bacacheri
“O encarte do clube veio com uma coluna torta na primeira prova. Recusaram rodar. Agradeci depois. Melhor atrasar duas horas do que entregar papel sujo.”
— Juliana Rocha, Santa Cândida
Pauta da oficina
Serviço tem nome de jornal, não de pacote genérico. Prazo na coluna da direita é o habitual quando o original chega inteiro. Original torto empurra a data. Preço só depois da prova.
| Serviço | Inclui | Prazo habitual |
|---|---|---|
| Jornal de bairro | Prova de mancha, margem, tiragem combinada, pacote para distribuição. | Conforme edição. Não é “sai hoje” se o PDF chegou às 16h. |
| Publicação periódica | Revista curta, boletim, informativo de associação. Miolo e capa combinados na mesa. | Dois a cinco dias úteis depois da prova ok. |
| Encarte e classificado | Folha avulsa, frente e verso, gramatura de jornal ou ofício. Conferência de anúncio. | Um a três dias úteis, lote pequeno no meio. |
| Material de apoio da edição | Cartaz de banca, faixa de evento, folha de pauta. Não é linha de brindes. | Combinado na mesma conversa do jornal. |
| Acabamento da tiragem | Corte, grampo simples, pacote por rota de distribuição. Plastificação só se pedido. | Entra no prazo da edição, não como extra escondido. |
A redação
A casa abre em dezembro de 1994. CNAE principal é impressão de jornais. O secundário cobre livro, revista, material publicitário e acabamento. Isso descreve o que a rotativa sabe fazer. Não descreve uma copiadora de apostila nem um caderno de ordem de toner vermelho.
O endereço oficial é BR 116, 3471, BACACHERI, CURITIBA - PR, CEP 82590-100, Brasil. Quem visita, visita com horário. Caminhão da edição e visita de freguês não se misturam no mesmo pátio sem aviso. Papel identificado, prova grampeada no original, tiragem com o nome de quem busca.
Tem gente que chega pedindo crachá, convite de casamento, adesivo de carro. A gente recusa educado. A mesa está ocupada com jornal. Outro chega com um PDF de 80 páginas sem margem e quer “só imprimir”. Também recusa, ou devolve a prova até a mancha caber. Rodar papel sujo é prejuízo de reputação, não economia.
Dilcineia toca a casa. O freguês antigo já sabe: se a coluna não fecha, a conversa continua. Se fecha, a máquina trabalha. Não tem fila de shopping, não tem senha de totem. Tem pauta.
Ciclo da edição
Texto, foto, classificado e quantidade. Sem isso a mesa não abre edição. Recado “faz um jornal bonito” volta pergunta. Nome de quem retira entra agora, não na hora do apuro.
Mancha, margem, frente e verso. Se a foto estoura, a gente mostra. Autorizou, segue. Não autorizou, corrige. Rodar sem prova é o tipo de história que esta casa não quer contar.
Quantidade combinada. Papel combinado. Se faltar folha no meio, para. Não completa no olho. Pacote sai com a mesma referência da pauta.
Retirada no endereço oficial. Envio só se combinado. Pacote sem nome de quem busca não sai. A expedição não é depósito de edição esquecida.
Perguntas da mesa
Não é o trabalho da casa. A Pirâmide imprime jornal e material da edição. Copiadora de balcão fica em outro endereço, de outra gente.
Só edição já conhecida, original inteiro, prova rápida e máquina livre. PDF novo às 16h não vira jornal às 18h. A gente fala o horário real.
Não. Isso é outro ramo. Aqui é papel, tinta e pauta.
E-mail [email protected] ou visita combinada. Telefone (41) 3251-2464 para pauta. Arquivo sem margem volta pergunta, não vai direto para a rotativa.
BR 116, 3471, BACACHERI, Curitiba. Nome de quem busca na pauta. Sem nome, o pacote espera.
Expedição
Nome, telefone, o que é a edição, quantidade e dia em que precisa. Se o PDF já existe, diga o tamanho da página. A resposta sai em dia útil. Orçamento não fecha edição até a prova ser autorizada.